Viagens de negócios são uma ferramenta estratégica para empresários que atuam em mercados competitivos e regulados, como o setor de licitações. Renato de Castro Longo Furtado Vianna, empresário e investidor, utiliza eventos, feiras e visitas a parceiros comerciais fora do Brasil como parte de uma lógica estruturada de expansão, inovação e fortalecimento de relacionamento. No ambiente B2G, viajar não é deslocamento, é posicionamento.
Neste artigo, você verá como viagens e eventos podem gerar oportunidades concretas, quais critérios devem orientar a escolha de feiras e encontros internacionais, como medir retorno sobre investimento e de que forma essas agendas se conectam ao crescimento sustentável no mercado público.
Por que viagens de negócios são estratégicas para quem atua em licitações?
O mercado de licitações exige atualização constante. Mudanças regulatórias, novas tecnologias, soluções operacionais e modelos de gestão surgem com rapidez. Participar de eventos internacionais permite acessar tendências antes que elas se tornem padrão no mercado interno, o que fortalece a capacidade de entregar contratos com eficiência e inovação.
Além disso, feiras e congressos reúnem fornecedores, especialistas e potenciais parceiros. Para quem atua em contratos públicos, ter uma rede sólida de apoio é um diferencial competitivo. Renato de Castro Longo Furtado Vianna entende que relacionamento estruturado amplia capacidade de execução, especialmente quando contratos exigem soluções integradas ou expertise técnica complementar.
Outro ponto relevante é a reputação. Empresários que circulam em ambientes internacionais ampliam a visão estratégica e trazem referências que elevam o padrão de governança e gestão financeira. Essa visão impacta diretamente a qualidade das propostas e da execução contratual.
Como escolher eventos e feiras com foco em resultado?
Viajar sem objetivo claro transforma investimento em despesa. A escolha de eventos precisa estar alinhada à estratégia da empresa. O primeiro critério é aderência ao segmento de atuação. Feiras que reúnem fornecedores estratégicos, órgãos reguladores ou potenciais parceiros de execução tendem a gerar mais retorno do que eventos genéricos.

O segundo critério é a possibilidade de networking qualificado. Eventos que oferecem rodadas de negócios, reuniões estruturadas e acesso a tomadores de decisão permitem que o empresário construa relações de longo prazo. Renato de Castro Longo Furtado Vianna costuma tratar cada viagem como projeto, com agenda definida, reuniões previamente agendadas e metas claras de prospecção.
Também é fundamental avaliar o aprendizado técnico oferecido. Congressos que discutem gestão financeira, inovação aplicada ao setor público e boas práticas de governança agregam valor direto à operação da empresa. O objetivo é retornar com conhecimento aplicável, não apenas com contatos.
Como medir ROI de viagens e transformar contato em contrato?
Retorno sobre investimento em viagens de negócios não deve ser medido apenas pelo contrato fechado imediatamente após o evento. Muitas relações amadurecem ao longo do tempo. Por isso, é importante registrar contatos, organizar follow-up e integrar novas conexões ao pipeline comercial da empresa.
Um método eficiente inclui mapear potenciais parceiros, classificar oportunidades por prioridade e acompanhar a evolução das conversas. A disciplina pós-evento é o que transforma cartão de visita em parceria estratégica. Sem esse acompanhamento, a viagem perde parte do potencial.
Segundo Renato de Castro Longo Furtado Vianna, é possível avaliar ROI por indicadores indiretos, como melhoria operacional, acesso a novas tecnologias e redução de custos por meio de fornecedores internacionais. Quando o empresário traz soluções mais eficientes para contratos públicos, fortalece a margem e competitividade, o que se reflete no desempenho financeiro.
Viagens e expansão internacional como parte da governança empresarial
Viagens internacionais também ampliam a visão de governança. Conhecer práticas de gestão aplicadas em outros mercados ajuda a elevar padrões internos de controle financeiro, execução contratual e organização documental. Para quem atua em licitações, essa maturidade é decisiva.
A expansão de parcerias internacionais pode ainda abrir portas para atuação em consórcios ou cooperação técnica. Em contratos públicos de maior porte, a capacidade de reunir diferentes expertises fortalece a proposta e amplia a chance de sucesso. Renato de Castro Longo Furtado Vianna, empresário e investidor, entende que viajar é parte de uma estratégia maior de posicionamento e crescimento estruturado.
Viagens de negócios e eventos internacionais, portanto, não são deslocamentos simbólicos. São ferramentas de construção de relacionamento, inovação e expansão comercial. Quando planejadas com metas claras, controle de investimento e integração ao planejamento financeiro, transformam-se em alavancas reais de crescimento no mercado público. A estratégia, disciplina e visão global são elementos essenciais para quem deseja escalar contratos e fortalecer governança com consistência.
Autor: Diego Rodríguez Velázquez
